Internação Compulsória

Internação compulsória funciona da seguinte maneira, a ordem de internação é expedida judicialmente, e independe da vontade do indivíduo. Em regra, ela representa a resposta do juiz a uma solicitação médica, e pode ou não ser requerida pela família. A internação compulsória também é usada como medida cautelar quando um crime é cometido por alguém que se encontrava sob o efeito de tóxicos.
Nessa modalidade, também deverá existir laudo médico comprovando a necessidade do tratamento. Só após análise do parecer e das condições de segurança do estabelecimento é que o juiz expedirá a ordem determinando a internação do indivíduo.
Outro diferencial é que o juiz não pode interferir no tratamento, apenas o especialista pode determinar o seu fim. É o oposto da internação involuntária, cuja pessoa que a autorizou pode solicitar sua interrupção ou encerramento.

A internação contra a vontade do dependente possui amparo legal na Lei 10.216, de 6 de abril de 2002, e na Portaria Federal nº 2.391/2002/GM.